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domingo, 18 de março de 2018

ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA DE JOSÉ SARAMAGO – 0349


ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA DE JOSÉ SARAMAGO – 0349


Bom estado 6.00


SINOPSE
Um homem fica cego, inexplicavelmente, quando se encontra no seu carro no meio do trânsito. A cegueira alastra como «um rastilho de pólvora». Uma cegueira coletiva. Romance contundente. Saramago a ver mais longe. Personagens sem nome. Um mundo com as contradições da espécie humana. Não se situa em nenhum tempo específico. É um tempo que pode ser ontem, hoje ou amanhã. As ideias a virem ao de cima, sempre na escrita de Saramago. A alegoria. O poder da palavra a abrir os olhos, face ao risco de uma situação terminal generalizada. A arte da escrita ao serviço da preocupação cívica. 

terça-feira, 28 de novembro de 2017

O HOMEM DUPLICADO DE JOSÉ SARAMAGO – 02845

O HOMEM DUPLICADO DE JOSÉ SARAMAGO – 02845

Como novo 8.00

SINOPSE
Tertuliano Máximo Afonso, professor de História no ensino secundário, «vive só e aborrece-se», «esteve casado e não se lembra do que o levou ao matrimónio, divorciou-se e agora não quer nem lembrar-se dos motivos por que se separou», à cadeira de História «vê-a ele desde há muito tempo como uma fadiga sem sentido e um começo sem fim». Uma noite, em casa, ao rever um filme na televisão, «levantou-se da cadeira, ajoelhou-se diante do televisor, a cara tão perto do ecrã quanto lhe permitia a visão, Sou eu, disse, e outra vez sentiu que se lhe eriçavam os pelos do corpo».

Depois desta inesperada descoberta, de um homem exatamente igual a si, Tertuliano Máximo Afonso, o que vive só e se aborrece, parte à descoberta desse outro homem. 

quarta-feira, 1 de março de 2017

A BAGAGEM DO VIAJANTE DE JOSÉ SARAMAGO – 01277

A BAGAGEM DO VIAJANTE DE JOSÉ SARAMAGO – 01277

Usado em bom estado 5.00

SINOPSE
"«Um conjunto de crónicas de José Saramago, publicadas pela primeira vez no vespertino ""A Capital"" (1969) e no mítico ""Jornal do Fundão"" (1971-1972). Uma escrita fluida para falar de ""foguetes e lágrimas"" ou de ""o melhor amigo do homem"". E de ""quando morri virado ao mar"". Para nos contar o seu gosto pelos museus e as pedras velhas. Para nos dizer que ""não há nada mais vivo do que a aguarela de Albrecht Durer"". Para responder que: ""Se alguém me perguntar o que é o tempo, declaro logo a minha ignorância: não sei. ""São mais de 60 crónicas, pequenas histórias sobre temas variados e, na aparência, inocentes, já que a censura vigente não permitia grandes atrevimentos. Ainda que por entre as subtilezas de linguagem se possam encontrar alguma farpas. No domínio da crónica, José Saramago publicou igualmente ""Deste Mundo e do Outro"" (1971), e ""As Opiniões que o DL Teve"" (1974).» (Diário de Notícias, 9 de Outubro de 1998)"

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

CAIM DE JOSÉ SARAMAGO – 03344

CAIM DE JOSÉ SARAMAGO – 03344

Bom estado 7.00

SINOPSE
«A história dos homens é a história dos seus desentendimentos com deus, nem ele nos entende a nós, nem nós o entendemos a ele.»
José Saramago 

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

ENSAIO SOBRE A LUCIDEZ DE JOSÉ SARAMAGO – 01593

ENSAIO SOBRE A LUCIDEZ DE JOSÉ SARAMAGO – 01593

Como novo 6.00

SINOPSE
Num país indeterminado decorre, com toda a normalidade, um processo eleitoral. No final do dia, contados os votos, verifica-se que na capital cerca de 70% dos eleitores votaram em branco. Repetidas as eleições no domingo seguinte, o número de votos brancos ultrapassa os 80%. Receoso e desconfiado, o governo, em vez de se interrogar sobre os motivos que terão os eleitores para votar em branco, decide desencadear uma vasta operação policial para descobrir qual o foco infeccioso que está a minar a sua base política e eliminá-lo. E é assim que se desencadeia um processo de rutura violenta entre o poder político e o povo, cujos interesses aquele deve supostamente servir e não afrontar.