Mostrar mensagens com a etiqueta Laurentino Gomes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Laurentino Gomes. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 24 de maio de 2017

1808 DE LAURENTINO GOMES – 02452

1808 DE LAURENTINO GOMES – 02452

Bom estado 8.00

SINOPSE
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura.

Nunca algo semelhante tinha acontecido na história de Portugal ou de qualquer outro país europeu. Em tempos de guerra, reis e rainhas eram destronados ou obrigados a refugiarem-se em territórios alheios, mas nenhum deles foi tão longe quanto o príncipe regente D. João, forçado a cruzar um oceano com toda a família real portuguesa para viver e reinar do outro lado do mundo, enquanto as tropas do imperador francês Napoleão Bonaparte marchavam sobre Lisboa. Milhares de pessoas o acompanharam na viagem. Foram cem dias entre o céu e o mar, em navios improvisados, abarrotados, infestados de pragas e piolhos, sem conforto algum. Ao chegar ao Brasil, D. João determinou, entre outras medidas, a abertura dos portos, fundou escolas, mandou construir estradas e fábricas, autorizou a publicação de livros e jornais, incentivou a ciência e as artes. Ao regressar a Portugal, em 1821, deixava para trás um país transformado e pronto para a Independência.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

1822 DE LAURENTINO GOMES – 02446

1822 DE LAURENTINO GOMES – 02446

Como novo 8.00

Sinopse
Quem observasse o Brasil em 1822 teria razões de sobra para duvidar da sua viabilidade como nação independente e soberana. De cada três brasileiros, dois eram escravos, negros forros, mulatos, índios ou mestiços. O medo de uma rebelião dos cativos tirava o sono à minoria branca. O analfabetismo era geral. O isolamento e as rivalidades entre as diversas províncias prenunciavam uma guerra civil e, para piorar a situação, ao voltar para Portugal, D. João VI deixara os cofres nacionais vazios. 

O novo país nascia falido. 

As perspetivas de fracasso pareciam bem maiores do que as de sucesso. 

Nesta nova obra, o autor de 1808 - sobre a fuga da família real para o Rio de Janeiro -, mostra como o Brasil, que tinha tudo para não resultar, até resultou, numa notável combinação de sorte, improviso, acasos e também de sabedoria das lideranças responsáveis pela condução dos destinos do novo país, naquele momento de grandes sonhos e muitos perigos.