terça-feira, 11 de agosto de 2015

AO ENCONTRO DO PASSADO DE PEDRO DA FONSECA

AO ENCONTRO DO PASSADO DE PEDRO DA FONSECA (0335)

Estado como novo 5.00
Sinopse
Na Princesa do Hermínio - a vila de Manteigas - levei eu 15 anos, ilustrando as almas e formando os corações, no Ensino Secundário. Amando a profissão, vivia para ela, o que originou fundas raízes e vínculos fortes, que o tempo não destrói. Por outro lado, a ridente paisagem que emoldura a vila, a faz amada e apetecida, deixam na alma traços indeléveis que não é fácil à vida apagar jamais.

Como olvidar o arreganho do Zêzere, em dias ventosos, com chuva a cântaros?! E o doce Mondeguinho, em gorgolejos, logo ao nascer?! E o Poço do Inferno, o Viveiro das Trutas, com as famosas Caldas, logo pertinho? Subindo um pouco mais, rumo à Covilhã, apresenta-se, breve, a afamada Nascente Paulo Luís Martins, que nos deixa banzados! Inflectindo a marcha, para a nossa direita, surge-nos altiva a Fraga da Cruz e o Fragão do Corvo...

Decorria o Natal auspicioso de 1979. Regressava ao País, escolhendo Lisboa, para me alegrar, entornando alento nos anos tíbios e amortecidos que a velhice oferta. Apesar de tudo, a cidade bela das Sete Colinas tem o raro condão de rejuvenescer o que o Sol queimou, a neve embranqueceu e os múltiplos problemas torturaram.

E se lembro, igualmente, o Castelo de S. Jorge e o Convento do Carmo, vêm logo à memória os Pais da Pátria: D. Afonso Henriques e Nuno Álvares Pereira. Também me falam alto, a Ponte Salazar, o Cristo-Rei, a Avenida da Liberdade, cujo plano genial devemos a Ribeiro Sanches; os Restauradores... Que dizer também de suas vastas praças, jardins floridos e formosas Avenidas?







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