sábado, 25 de agosto de 2012

ALBERTO VÁZQUEZ-FIGUEROA - UM MUNDO MELHOR e O REI AMADO

UM MUNDO MELHOR DE ALBERTO VÁZQUEZ-FIGUEROA
Usado 7.00
Sinopse
Cinco homens e uma mulher com incalculáveis fortunas unem os seus esforços para fazer algo que nunca ninguém antes tentou. Levar a cabo um desafio que nenhum governo do mundo aceitaria. Criar uma empresa que melhore as condições do resto da humanidade. Além disso asseguram que o fazem de forma desinteressada.
São eles uma venezuelana, um americano, um japonês, um libanês, um pernambucano e um inglês. Junto a eles, o encarregado de tão magna empresa: Gaetano Derderian Guimeraes, um brilhante investigador brasileiro, chefe da sua própria agência de investigação.
À magia aparente desta petição por parte dos empresários milionários ao investigador, soma-se mais uma intriga: os seus nomes devem permanecer no anonimato. Assim, depois da compra do navio «Argos», onde estabelecem a sede da empresa, convocam um grupo de peritos das mais diversas áreas, que guiados por Derderian, se encarregarão de resolver os terríveis problemas que o mundo sofre na actualidade, na tentativa de conseguir Um Mundo Melhor.
 
O REI AMADO DE ALBERTO VÁZQUEZ-FIGUEROA
Novo 5.00
Sinopse

"Quero que leves contigo um prisioneiro, o mantenhas oculto no mais distante e inacessível dos teus oásis e guardes silêncio eterno sobre quem é e quem to confiou."
De El-Rei Sebastião não há notícia certa desde Agosto de 1578, altura em que, moço cavaleiro, impetuosamente se internou na chusma dos árabes e berberes norte-africanos que combatiam, em Alcácer-Quibir, e desapareceu.
Segundo reza a História, desapareceu.
De acordo com a lenda, desapareceu… mas não morreu. Voltaria a Portugal, numa manhã de nevoeiro, para expulsar o tio, Filipe de Espanha, que se apoderara do seu trono.
O Rei Amado situa o desaparecimento de El-rei Desejado numa complicada trama e maquinações de interesses cruzados de potências europeias do último quartel do século XVI: de Filipe de Espanha ao papa Clemente VIII, dos reis mouros que o venceram às repúblicas italianas.
Seguindo o estilo de Os Três Mosqueteiros ou O Conde de Monte Cristo, Alberto Vázquez-Figueroa aproveita as lacunas de informação que rodeiam certos factos históricos, em que algumas personagens operaram feitos que entraram parcelarmente na lenda, e oferece-nos um retrato de um rei que foi amado pelo seu povo como nenhum outro soberano o foi.

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