sexta-feira, 31 de agosto de 2012

O QUINTO DIA DE MAUD TABACHNIK

O QUINTO DIA DE MAUD TABACHNIK
Como novo 7.00
Atraindo os leitores pela perícia dos retratos psicológicos de assassinos, estes romances desviam a atenção do acto para o sujeito que o comete. O crime deixa de ser um mistério enquanto problema lógico e passa a ser um mistério porque revela os limites da acção humana (ou a falta deles), a proximidade do homem com a bestialidade, e a natureza do mal.
É precisamente isto que faz a autora que a Editora Pergaminho apresenta agora ao público português: Maud Tabachnik, levando até aos limites as possibilidades deste género de thriller. Sem comentários por parte do narrador, Maud Tabachnik revela pela sua escrita o puro decorrer da loucura de um psicopata. É através da sua escrita que vemos o mundo distorcido pelo seu olhar e lemos a compulsão que o leva a agir, sem nunca, contudo, o compreender por inteiro.
Há um assassino em Nova Iorque. À primeira vista nada de anormal para uma cidade como esta, mas o problema é a natureza horrenda desses crimes. As vitimas são crianças e débeis mentais que, antes de serem mortas pelo assassino, são violadas e torturadas.
O caso é entregue a Stan Levive, e para o assassino ele torna-se um símbolo de todo o mal a ser erradicado do mundo. Para o fazer, ele rapta a filha de Levine, com o objectivo de fazer uma redenção pelo sangue e sofrimento. E, assim, dá a Levive cinco dias para o apanhar e impedir a morte da filha.

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